METAMEDIUM

American composer, Philip Glass

Do grego meta: que vai para além de, remete para aquilo que não se encontra todo dentro da circunscrição dos seus limites.

Através de uma narrativa construída por via de sistemas relacionais é possível perceber como os media se começaram a esgotar enquanto arquétipo e como, da mesma forma, transcenderam a sua dimensão estanque.

Assim surge os media que assentam em sistemas abertos, os media que contém em si todos os outros media, os media “já existentes e ainda não inventados”: os metamedium.

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